codigo GTIN

Uma notícia está tirando o sono de muitos comerciantes que emitem NF-e e NFC-e :  a validação do código GTIN antes do calendário proposto. É isso mesmo ! De acordo com o calendário fiscal liberado na Nota Técnica 2017.001 v1.40, a data prevista para a cobrança obrigatória no ambiente de produção seria no dia 06 de maio de 2019 .

A antecipação da validação do código GTIN está sendo realizada apenas em algumas Secretarias da Fazenda. Essa validação já estava prevista para  ambiente de homologação a partir de 01 de dezembro de 2018, como a nota técnica indicava. O problema está sendo o ambiente de produção, pois muitas empresas ainda não se adaptaram para se enquadrar nessa regra, e com isso estão tendo muitas notas fiscais rejeitadas pela SEFAZ. Mas nesse texto nós vamos explicar o que você deve fazer …

Código GTIN ? O que é isso  ?

GTIN é um acrônimo para Global Trade Item Number ou seja, Numeração Global de Item Comercial e é um código para identificar todo tipo de produto que possa ser precificado e comercializado  dentro de uma cadeia de suprimentos. O código GTIN, conhecido anteriormente por muitos como código EAN, possui várias estruturas e famílias de identificações desenvolvidas e controladas pela GS1.

As vantagens do código GTIN é uma padronização dos produtos em circulação e uma maior rastreabilidade. Esse código deve ser informado pelo fabricante na NF-e e NFC-e. Dessa forma, os destinatários poderão ter conhecimento e utilizar esse código como código de barras na embalagem do produto e informá-los de igual forma em suas notas fiscais. Dentro do XML, o código GTIN deverá ser informado no campo cEAN e as informações tributárias no campo cEANTrib, que já se encontra disponível na NF-e.

O que fazer para resolver ?

Caso o produto em questão não possua um código GTIN, o campo cEAN deve receber o dado “SEM GTIN” (sem aspas) no XML. Dessa forma, o webservice da SEFAZ vai entender que o produto não possui um código GTIN válido e com isso ele irá cruzar essa informação com o NCM informado no produto, realizando a validação devida se de fato o produto não possuir um código GTIN.

E pra quem usa o C-Plus 4 ?

Para quem usa o software C-Plus 4 tudo fica mais fácil, já que o mesmo foi atualizado para se adaptar a essa situação e traz a solução perfeita para esse cenário. Os dois principais cenários possíveis são os clientes que já utilizam o código GTIN como o código principal do produto (cenário ideal) e o segundo cenário onde o usuário possui um código principal do produto próprio e precisa vincular o seu código principal a um código GTIN válido.

Nós preparamos um vídeo explicativo mostrando como fazer essa configuração no C-Plus 4. Nesse vídeo nós abordamos os dois principais contextos que você pode se encontrar :

código gtin thumb

Cliente que já usa o código GTIN como código principal

Repare que quando o cliente já utiliza o código GTIN como código principal, o C-Plus 4 já puxa o código e preenche automaticamente no campo específico.

Cliente que não usa um código GTIN válido como código principal

Nesse caso, o cliente deverá criar um novo tipo de código para os códigos EAN e vincular o código GTIN a esse tipo de código adicional. Feito isso, é necessário identificar esse novo código nas configurações do C-Plus 4 para que ele use essa informação na hora de preencher o campo cEAN no xml.

Para você saber mais sobre NFC-e, ECF e outros assuntos pertinentes, nós preparamos alguns textos que você com certeza vai querer ler :

ban_rt_emissao de nota fiscal eletrônica

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